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sábado, 14 de janeiro de 2012
Graça para Perdoar
Perdoem tão espontaneamente como o Senhor os perdoou. Colossenses 3:13, Phillips
No dia 1º de dezembro de 1997, Missy Jenkins, aluna do 2º ano do Ensino Médio na Escola Heath High, no Estado de Kentucky, reuniu-se com os colegas para uma oração de início das aulas. Antes de dizerem o “Amém” final, Michael Cornell puxou um revólver e disparou onze tiros contra o grupo. Uma bala atingiu a coluna de Missy. Paralisada da cintura para baixo, ela passaria o resto da vida numa cadeira de rodas.
Missy não tinha ideia do motivo pelo qual seu colega de classe a havia ferido. “Eu creio que odiá-lo é tempo e emoção perdidos” disse ela. “Odiá-lo não vai me fazer andar novamente. Além disso, não é o que Jesus faria.”
Não adiantava Missy ficar remoendo e repetindo mentalmente: “Seu infeliz! Se não fosse você, eu estaria em outro lugar. Teria completado meus estudos e teria uma família. Seria uma pessoa completa.”
Querer manter a pessoa que nos feriu como refém dizendo: “Enquanto eu estiver sangrando, não vou deixar que se esqueça do que fez”, não vai resolver o problema, nem ajudar no processo de cura. Nem tampouco revidar: “Se você me tirar da função, saio atirando para todo lado.”
Precisamos de grande dose da graça de Deus para fechar a ferida e ter um coração perdoador; para soltar, libertar, desamarrar nosso ofensor e nos desprender do ressentimento.
Em várias circunstâncias e em diferentes etapas da vida, fomos feridos física ou emocionalmente. Às vezes, por pessoas que estavam próximas de nós: pais de quem esperávamos proteção e apoio; amigos de quem esperávamos lealdade; filhos que se mostraram ingratos.
Escolher perdoar é, provavelmente, a coisa mais difícil de ser feita.
Há alguém em sua família a quem você precisa perdoar, ou, quem sabe, pedir perdão? Há algum amigo a quem você precise perdoar, ou pedir perdão?
Lewis Smedes, professor de ética e teologia, num artigo intitulado “Perdão: o poder de mudar o passado”, fez a seguinte comparação:
“Perdoar é tirar das costas uma mochila de vinte quilos depois de uma escalada de quinze quilômetros. Perdoar é se sentar numa cadeira de balanço depois de correr vinte quilômetros. Perdoar é libertar um prisioneiro, e descobrir que o prisioneiro é você. Perdoar é surfar na onda mais forte do amor.”
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
"Assim Como"
Suportem-se uns aos outros e perdoem as queixas que tiverem uns contra os outros. Perdoem como o Senhor lhes perdoou. Colossenses 3:13
“Perdoa [...], assim como perdoamos aos nossos devedores” é a única parte dentro do Pai Nosso para a qual Jesus fez um comentário no fim da Sua oração. Charles Williams diz no seu livro O Perdão de Deus: “Duas palavras que carregam uma possibilidade de terror, mais do que outras: ‘assim como’.” Perdoar a outros, então, não parece apenas como uma opção para nós, mas como uma ordem de Deus. Nós as mencionamos automaticamente quando oramos o Pai Nosso, mas seria interessante ver as implicações dessas duas palavras com o perdão. Será que é um requisito: se perdoarmos, seremos perdoados?
Nosso perdão reflete o perdão de Deus. Ao perdoar a outros, temos que lidar com eles assim como Deus lida conosco.
Usamos o “assim como” para revidar uma barbeiragem que alguém fez no trânsito para tirar vantagem de nós. Pisamos no acelerador e fazemos uma manobra para que ele aprenda a guiar direito. Quando meu colega de trabalho solta uma indireta ferina contra mim, coloco no gatilho a frase: “Você vai me pagar!”
Frederick Buechner diz que “até nossa tendência de não perdoar está entre aquelas coisas acerca de nós para a qual necessitamos que Deus nos perdoe”.
Como Deus perdoa? Como Ele deseja que perdoemos? Deus não mantém uma lista de quantas vezes nos perdoou. Assim, também, não devemos manter um registro das vezes que perdoamos. Se for necessário, vamos perdoar dezenas de vezes a mesma pessoa.
Deus nunca me nega perdão e não espera que eu esteja disposto a perdoar os outros mais do que Ele nos perdoa.
“Quantos não abrigam animosidade ou espírito de vingança, e então curvam a cabeça diante de Deus e pedem para serem perdoados assim como perdoam. [...] Dependemos da misericórdia de Deus cada dia e cada hora; como podemos então agasalhar amargura e malícia para com o nosso próximo pecador!” (Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 5, p. 170 – grifo meu).
Não importa o que tenha acontecido, se decidir perdoar, Deus fará fluir grandes torrentes de graça sobre você.
“Sejam bondosos e compassivos uns para com os outros, perdoando-se mutuamente, assim como Deus os perdoou em Cristo” (Ef 4:32).
Perdoar Faz Bem À Saúde
Suportem-se uns aos outros e perdoem as queixas que tiverem uns contra os outros. Colossenses 3:13
Estudos mostram a relação entre o rancor, o perdão e a saúde física. Numa terapia de grupo sobre o perdão, a Dra. Charlotte Witvliet pediu aos participantes que pensassem em alguém que os havia prejudicado no passado. Ao começarem a pensar no que tinha acontecido, os participantes perceberam que a pressão sanguínea subiu, as batidas do coração se tornaram mais frequentes, houve suor nas mãos e tensão muscular na testa. Além da influência do rancor sobre a saúde, há também manifestações de indigestão ou irritação no estômago; dor de cabeça ou enxaqueca, cansaço e insônia.
Procure em um dicionário a definição de perdão e verá que uma delas descreve um sentimento que não gostaríamos de admitir: “Deixar de lado o ressentimento contra alguém ou pretender vingança.” Quem já não lutou para deixar de lado o rancor, a raiva e a amargura? Quem não fica remoendo a maldade de outras pessoas?
Mas o que você faz quando alguém se aproveita maldosamente de você ao fazer um negócio? Ou o difama inventando histórias a seu respeito? Ou quando um colega de trabalho o faz perder a função? As primeiras reações são de indignação e revide. “Ele vai me pagar!” “Tomara que caia nas mãos da justiça!” “Que receba um castigo de Deus!” Caso queira comprovar qualquer alteração de sua pressão sanguínea, faça a medição nesse momento e verá.
A atitude de não perdoar, com todo o seu peso de rancor, pode depois de algum tempo comprometer o funcionamento saudável do corpo, enquanto a disposição e o ato de perdoar podem curar não apenas a mente, mas o corpo.
Como posso me livrar do rancor e do ressentimento? Como posso deixar de lado a dor que me causaram? Tenho que perdoar realmente ou simplesmente ignorar?
Quando Jesus orou: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” (Lc 23:34, ARA), Ele não estava dizendo que aquelas pessoas eram inocentes. Não! Ele simplesmente estava dizendo que não tinha nenhum ressentimento contra elas, que não tinha nenhum sentimento de amargura. Não guardava nenhum sentimento de vingança.
Perdoar: muito simples falar, mas difícil fazer. Nossa oração pode ser: “Senhor, coloca a paz de Jesus em meu coração. Aumenta cada vez mais meu sentimento de perdão a quem me feriu.”
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segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Um Coração Perdoado
Não Te lembres dos meus pecados da mocidade, nem das minhas transgressões. Lembra-Te de mim, segundo a Tua misericórdia, por causa da Tua bondade, ó Senhor. Sal. 25:7.
Essa oração de Davi faz parte do Salmo 25, cujo tema principal é a súplica do salmista para que Deus o guie pelos caminhos desta vida. Mas Davi sabe que o pecado oculto torna impossível a direção divina. Em certa ocasião, ele disse: “Se eu no coração contemplara a vaidade, o Senhor não me teria ouvido.” Sal. 66:18.
Por isso, Davi suplica por perdão. O pecado e a culpa destroem, amarram, escravizam. Querer vencer guardando o mal no coração é como querer navegar sem soltar a âncora.
Existem pessoas que não percebem as raízes espirituais de sua vida fracassada. Ao fazer um balanço de sua história, olham para todos os lados, menos para seu relacionamento com Deus. Se o fizessem, descobririam que o grande problema não é falta de dinheiro, nem de oportunidades, não é a ausência de um título, um nome ou uma posição social. A raiz de tudo é o pecado.
A Bíblia afirma que o pecado faz separação entre Deus e o homem. Como pode um homem separado de Deus ser vitorioso? Como pode voar, se o pecado cortou suas asas? Como pode correr se os seus pés se afundam nas areias movediças?
Por isso, o salmista suplica: “Não Te lembres dos meus pecados da mocidade”, quando vivia a vida louca, quando fazia as coisas sem refletir, achando que a juventude duraria para sempre. “Nem das minhas transgressões”, porque ainda na idade madura, continuo correndo atrás do brilho enganoso. “Lembra-Te de mim, segundo a Tua misericórdia.”
Graças a Deus que existe misericórdia. Que seria de você e de mim, se ela não existisse? Por Sua misericórdia, Deus não nos dá o que merecemos.
Um coração perdoado é um coração que tem paz. E paz é o que você precisa para que Deus possa colocar suas idéias em ordem e lhe dar a visão de um novo dia, de um novo caminho, e de uma nova oportunidade.
Por isso, hoje, diga a Deus: “Não Te lembres dos meus pecados da mocidade, nem das minhas transgressões. Lembra-Te de mim, segundo a Tua misericórdia, por causa da Tua bondade, ó Senhor.”
Alejandro Bullón
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terça-feira, 27 de setembro de 2011
Ressentimento
Nada nesta vida consome uma pessoa mais rapidamente do que a paixão do ressentimento. Friedrich Wilhelm
Se porventura nesta manhã você ao abrir os seus olhos pode identificar uma amargura e ressentimento contra uma determinada pessoa, saiba que você está provocando uma grande sabotagem contra si mesmo(a) Esse sentimento pode enfraquecer áreas vitais da sua vida ao corroer o que há de mais precioso na sua existência: o seu coração.
Ressentimento é como um anzol que trazemos certas pessoas amarradas na nossa linha. Enquanto não a libertarmos desse anzol às conseqüências maléficas que trazemos sobre nós mesmos serão devastadoras. Ressentimento é a mãe das principais doenças emocionais e é a responsável por um número incontável de pessoas que hoje estão se submetendo a mais variadas formas de terapias ou ocupando leitos de hospitais.
Quem é a pessoa (ou pessoas) que hoje você precisa “soltar” do seu anzol para que uma vez aliviado desse peso você possa criar pela graça de Deus um espaço no seu coração para a paz e felicidade? Nesse momento pense naquela pessoa a qual você tem manifestado um negativo sentimento de condenação ou crítica. Após fazer isso, visualize na sua mente a abertura do seu anzol e mesmo que você não tenha a mínima vontade de fazer isso diga a Deus: “Deus, em obediência à Tua Palavra eu libero essa pessoa dessa culpa contra mim. Da mesma maneira como um dia o Senhor me perdoou, eu também a perdôo.”
Nélio Da Silva
Para Meditação:
Antes, sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus, em Cristo, vos perdoou. Efésios 4:32
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domingo, 1 de maio de 2011
Perseverar
Sabendo da dificuldade que há no exercício do perdão, Pedro, o Apóstolo, pergunta a Jesus quantas vezes é necessário tal exercício, em relação ao próximo.
A resposta de Jesus convida-nos a um exercício constante, pois que o Mestre propõe que o perdão seja exercitado infindas vezes, representado na expressão de setenta vezes sete vezes.
O que Jesus dá a entender com essa expressão é que bons hábitos, assim como os menos nobres, se incorporam no nosso cotidiano através da insistência, da repetição, do exercício contínuo.
Alguém que consiga perdoar quatrocentos e noventa vezes, como aconselha Jesus, certamente, já terá incorporado o hábito de tal forma, que difícil lhe será não perdoar nas oportunidades seguintes.
Assim se dá com todos os hábitos saudáveis, positivos, bons, que queremos incorporar na nossa intimidade emocional.
Ninguém se transforma do dia para a noite, nem se santifica em breves momentos, apenas porque aceitou conceitos novos ou amadureceu valores de uma forma positiva.
Qualquer pessoa que decida se tornar melhor, precisa de uma companheira inseparável: a persistência.
Imagine-se querendo libertar-se da dependência do tabaco. Por mais que a decisão esteja tomada, por mais que o auxílio médico e terapêutico seja requisitado, sem a persistência no intento, não haverá sucesso.
Com os maus hábitos morais ocorre da mesma forma. Se desejamos nos tornar uma pessoa menos egoísta, ou menos orgulhosa, ou ainda, se o que nos incomoda é o fato de sermos muito arrogantes e gostaríamos de mudar a forma de agir, a persistência nos será desejada companheira.
Toda mudança exige esforço, energia, investimento. E é natural ainda que, ao percorrer a estrada para novos rumos, aconteçam tropeços, sintamo-nos um pouco perdidos ou, às vezes, até uma pontinha de arrependimento...
Afinal, antes era tão mais fácil, pensamos...
Nesses momentos, a perseverança será a ferramenta a nos empurrar à frente, a nos estimular o continuar da marcha, a dar a coragem para insistir no processo de mudança, de melhoria, de vir a ser.
Sempre haverão aqueles a nos desestimular o progresso. Pigmeus morais que o são, não tendo coragem de mudar a si, se incomodam em ver que outros se esforçam, tentam melhorar.
Como não têm coragem de fazê-lo, não querem que outros o façam.
Não nos deixemos levar pelo pessimismo de uns ou pelo desencorajamento de outros.
Toda mudança para melhor é desejo de Deus para conosco, pois como nosso Pai, deseja o melhor para Seus filhos. Mas como Pai amoroso, sabe que deve partir de cada um de nós a iniciativa e o esforço para sermos melhores.
Persistir no bem, insistir no esforço da melhora pessoal para que o bem ganhe espaço em nossa intimidade é investimento sábio a que todos devemos nos dispor, o quanto antes.
Somente através do esforço pessoal e individual é que conseguiremos trilhar o caminho para a construção da felicidade em nossa intimidade, quando sentimentos de baixa conta cederão espaço para luz e paz na nossa estrutura emocional.
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
"Quando Tudo for pedra, atire a primeira flor"

Deus realmente fala comigo por onde quer que eu ande e de todas as formas possíveis. Não é necessário que a sua voz seja com som audível, para que eu a ouça. Aprendi a ouvir Deus falar em todas as situações que vivo no meu dia-a-dia, no meu trabalho, na rua, em casa, dentro do carro, na Igreja, nos meus sonhos... é assim que Ele se comunica comigo. Por várias vezes me peguei chorando na rua ou em casa mesmo, ao receber do Senhor sua mensagem para o meu coração, diante de alguma cena que, para alguns, pode não ter significado nenhum. Isto se chama “sintonia e intimidade” e me sinto uma pessoa abençoada por isto.
Ao ler a frase de um poema “Quando tudo for pedra, atire a primeira flor”, eu percebi de imediato que o Senhor me ensinava, mais uma vez, como agir diante daqueles que nos ferem com seus julgamentos e acusações injustos, com suas palavras cruéis que vão direto ao coração como uma espada afiada. É difícil, eu seu, mas não há um jeito melhor de se sair bem dessa situação do que oferecer uma flor àquele a quem nos feriu. O gesto nos torna superior ao outro. A flor quer dizer o perdão, uma palavra branda, serena, um sorriso, um abraço, uma oração, um gesto de carinho ou até mesmo uma linda flor... fico imaginando se cada um de nós tivéssemos nas mãos uma flor para dar aos nossos acusadores, sempre que nos atirarem pedras.
Me lembro das inúmeras vezes em que já fui julgada (sem dó), observada, avaliada e julgada, quase sempre por pessoas sem a menor noção do que é justiça, amor e misericórdia, mas ao longo do tempo, fui aprendendo a amar, entender e perdoar a todas elas, porque sei que não experimentaram ainda a verdadeira presença de Deus em suas vidas e também que um gesto meu pode mudar tudo.
Assim diz o Senhor:
“Bem-aventurados os puros de coração, porque eles verão a Deus” (Mateus 5.8).
Ao ler a frase de um poema “Quando tudo for pedra, atire a primeira flor”, eu percebi de imediato que o Senhor me ensinava, mais uma vez, como agir diante daqueles que nos ferem com seus julgamentos e acusações injustos, com suas palavras cruéis que vão direto ao coração como uma espada afiada. É difícil, eu seu, mas não há um jeito melhor de se sair bem dessa situação do que oferecer uma flor àquele a quem nos feriu. O gesto nos torna superior ao outro. A flor quer dizer o perdão, uma palavra branda, serena, um sorriso, um abraço, uma oração, um gesto de carinho ou até mesmo uma linda flor... fico imaginando se cada um de nós tivéssemos nas mãos uma flor para dar aos nossos acusadores, sempre que nos atirarem pedras.
Me lembro das inúmeras vezes em que já fui julgada (sem dó), observada, avaliada e julgada, quase sempre por pessoas sem a menor noção do que é justiça, amor e misericórdia, mas ao longo do tempo, fui aprendendo a amar, entender e perdoar a todas elas, porque sei que não experimentaram ainda a verdadeira presença de Deus em suas vidas e também que um gesto meu pode mudar tudo.
Assim diz o Senhor:
“Bem-aventurados os puros de coração, porque eles verão a Deus” (Mateus 5.8).
sábado, 15 de janeiro de 2011
Aprendendo o Perdão

Quem pensa que o perdão não é algo que se aprende, está enganado.
O perdão não é como o amor, que vem de uma hora pra outra e se instala.
O perdão não é simplesmente uma decisão que se toma. Não.
Carregar em si o dom do perdão é aprender a deixar de lado ressentimentos.
O perdão não é como o amor, que vem de uma hora pra outra e se instala.
O perdão não é simplesmente uma decisão que se toma. Não.
Carregar em si o dom do perdão é aprender a deixar de lado ressentimentos.
Taí duas coisas que nunca caminharão juntas:
perdão e ressentimento são inimigos mortais e onde um morar o outro não poderá habitar.
Primeiro, devemos ter consciência que de perdão todos nós precisamos.
A falta de humildade e orgulho demasiados nos impedem de ver que somos necessitados de perdão.
perdão e ressentimento são inimigos mortais e onde um morar o outro não poderá habitar.
Primeiro, devemos ter consciência que de perdão todos nós precisamos.
A falta de humildade e orgulho demasiados nos impedem de ver que somos necessitados de perdão.
É normal e perfeitamente humano ser "imperfeito".
E seres imperfeitos magoam, ferem, agem e dizem coisas que atingem outros.
Saber reconhecer-se assim tão humano e ter a coragem de assumir é um grande passo na direção do caminho que o grande Mestre deseja pra nós.
Chegar para a pessoa de quem precisamos de perdão e transformar esse reconhecimento em palavras é uma atitude bonita.
Nem sempre é fácil, pois precisamos deixar de lado nossa capa orgulhosa e dizer: "eu errei, você me perdoa?"
E vamos agora ao outro lado da moeda:
é do nosso perdão que alguém carece.
Nos magoaram profundamente e somos nós que precisamos perdoar.
é do nosso perdão que alguém carece.
Nos magoaram profundamente e somos nós que precisamos perdoar.
E muitas vezes queremos sinceramente fazer isso.
Mas aí bate à nossa porta o tal do ressentimento que fica martelando na nossa cabeça e alma todo o mal que nos fizeram.
Mas aí bate à nossa porta o tal do ressentimento que fica martelando na nossa cabeça e alma todo o mal que nos fizeram.
E enquanto esse estiver presente não adianta, por mais que amemos o outro, o amigo, irmão, companheiro, pais, não conseguiremos perdoar.
Há pessoas que conscientemente dizem "eu não perdôo" e vivem a vida inteira sendo ruídos por essa doença que mais faz mal a elas mesmas.
É enganoso pensar que não perdoando estaremos ferindo o outro e fazendo com que pague o mal, pois nos ferimos a nós mesmos,
impedindo que a ferida se cicatrize.
Há pessoas que conscientemente dizem "eu não perdôo" e vivem a vida inteira sendo ruídos por essa doença que mais faz mal a elas mesmas.
É enganoso pensar que não perdoando estaremos ferindo o outro e fazendo com que pague o mal, pois nos ferimos a nós mesmos,
impedindo que a ferida se cicatrize.
A única maneira de se liberar completamente e ter uma vida de paz é construir em si mesmo um poço de esquecimentos, onde jogaremos todas as nossas mágoas.
É um trabalho longo e delicado e que exige de nós paciência, coragem, fé e, principalmente, amor, muito amor.
Só mesmo um amor incondicional pelo próximo poderá extinguir do dicionário da nossa vida a palavra ressentimento.
Quando Jesus estava para ser morto, Ele olhou para o céu e disse: "Pai, perdoa-lhes."
Ele conhecia a necessidade e incapacidade humana de reconhecer os próprios erros.
Ele intercedeu a favor dos que o matavam e tenho a íntima convicção que intercede por nós a cada instante.
Mas é tempo de acordar e crescer. É tempo de evoluir.
As pessoas que se recusam a aprender ficam sempre pequenininhas.
Se você acha que é incapaz de perdoar, olhe para o céu.
Nossa alma estaria perdida se Deus fosse incapaz de perdoar.
Receber perdão é ser agraciado; dar perdão é dar a graça.
Só as grandes almas são capazes de grandes e nobres atitudes.
A essas pessoas Deus aprova.
E tenho certeza que nesses momentos
Ele sorri, feliz.
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quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Dia de Perdoar

Deus enriquece a sua vida de amor e paz. Hoje é dia de pensar no perdão.
Quando penso nesse assunto, noto que, em regra, assumimos postura contraditórias: desejamos ser perdoados, todavia nos custa perdoar.
É muito nobre quando alguém pede perdão por suas faltas.
Chegar à pessoa a quem prejudicamos e pedir desculpas revela a nossa condição humana. Quem pede perdão admite que não é perfeito, que erra e se engana. É um ato de humildade; reconhece-se a própria fragilidade. O orgulho nunca nos dá nada de bom, só nos isola das pessoas, situa-nos numa posição de falsa superioridade. Pedir perdão não é demonstração de fraqueza; ao contrário, revela a grandeza da alma. É importante reconhecer que não sou bom, o maravilhoso, mas que sou alguém como todo mundo, com erros e acertos.
Será de voce tem necessidade de desculpar-se com alguém? Que tal aproveitar esse dia para desfazer esse nó que tanto incomoda? Não deixe para amanhã. Tome a decisão de pedir perdão e voce verá o quanto isso lhe fará bem ao coração?
Agora se voce é quem foi prejudicado, sente-se magoado,ferido, é bom considerar que o perdão também é indicado no seu caso. Aconselha Joanna de Ângelis que o perdão é sempre melhor para quem perdoa. Isso se explica pelo fato de que o perdão liberta o ofendido dos laços mentais que mantinha com o ofensor. Enquanto não perdoarmos, ficaremos ligados com a pessoa que nos prejudicou, formando uma cadeia indissolúvel de ódio e revolta. Essa cadeia tem uma energia, que é negativa, a envolver ofensor e ofendido num clima vibratório nada agradável. O ódio e a mágoa nos aprisionam ao passado, não nos deixam progredir, a vida fica amarrada, nossos projetos não decolam, nossos relacionamentos não fluem. É como se houvesse um nó no fio da nossa vida. E só o perdão arrebenta esses laços destrutivos.
Quando alimentamos mágoas e ressentimentos por algum tempo, estamos também prejudicando a nossa saúde. Perdemos o apetite, desenvolvemos úlceras, poderemos experimentar insônia, enxaqueca, alterações da pressão arterial e tantos outros disturbios de saúde. Mágoas e ódios são venenos. Alguém já disse que guardar ressentimento é o mesmo que tomar veneno e querer que o outro morra. Acredita-se, mesmo, que o ódio e a mágoa são poderosos venenos que podem diminuir o número de anos que teríamos pela frente. Não é apenas figurativo a idéia de que alguém morreu de raiva. Quem não perdoa, por certo está se prejudicando. Além do mais, devemos nos lembrar que só seremos perdoados dos nossos erros quando perdoamos os erros do próximo. O perdão é uma via de mão dupla: só se é perdoado quando se perdoa. Recebo aquilo que dou, eis a lei que Jesus ensinou: "Perdoai as nossas dívidas assim como perdoamos aos nossos devedores".
Uma forma eficiente de nos ajudar a perdoar consiste em lembrarmos dos nossos próprios erros. Somos criaturas falíveis, também ofendemos o nosso próximo. Então por que não perdoar se eu também preciso de perdão?
Será que há pessoas que voce precisa perdoar? Eu acredito que voce deve ter pelo menos alguém a perdoar. Então espere mais um minuto para experimentar essa força fantástica que se chama perdão. Lembre-se de que, ao perdoar voce não estará fazendo favor aos que ofenderam; estará sim, libertando-se dos tristes episódios que o infelicitaram e que ainda ocupam grande espaço em sua vida. Tenho certeza de que sua vida será outra se voce perdoar do fundo do seu coração. Cure-se pelo perdão.
Eu perdoo todas as pessoas que, por ignorância, prejudicaram-me.
Desejo o bem a todos os que não me compreendem.
Liberto-me de todas as experiências amargas.
Liberto-me do ódio e da mágoa.
Estou em paz com o mundo.
Fonte: Para o dia nascer feliz - José Carlos de Lucca
sábado, 15 de maio de 2010
Perdoar sempre!

Se alguém lhe atirasse uma pedra, o que você faria com ela?
Você a juntaria e guardaria para atirar no seu agressor em momento oportuno ou a jogaria fora?Trataria dos ferimentos e esqueceria a pedra no lugar em que ela caiu?
Se você respondeu que a guardaria para devolver em momento oportuno, então pense em como essa pedra irá atrapalhá-lo durante a caminhada.
Vamos supor que você a guarde no bolso da camisa, onde fique bem fácil pegá-la quando for preciso.
Agora imagine como essa pedra lhe causará bastante desconforto.
- Primeiro porque será um peso morto a lhe dificultar a caminhada lhe exigindo maior esforço para mantê-la no lugar.
- Segundo porque cada vez que você for abraçar alguém, ambos sentirão aquele objeto estranho a machucar o peito.
- Terceiro porque se você ganhar uma flor, por exemplo, não poderá colocá-la no bolso já que ele estará ocupado com aquele peso inútil.
- Em quarto lugar, o seu agressor poderá desaparecer da sua vida e você nunca mais voltar a encontrá-lo e, nesse caso, terá carregado a pedra inutilmente.
Fazendo agora uma comparação com uma ofensa qualquer que você venha a receber, podemos seguir o mesmo raciocínio.
Se você guardar a ofensa para revidar em momento oportuno, pense em como será um peso inútil a sobrecarregar você.
Pense em quanto tempo perderá mentalizando o seu agressor e imaginando planos para vingar-se.
Pondere quantas vezes você deixará de sorrir para alguém pensando em como devolverá a ofensa.
E se você insistir em alimentar a idéia de revide, com o passar do tempo se tornará uma pessoa amarga e infeliz, pois esse ácido guardado em sua intimidade apagará o seu brilho e a sua vitalidade.
Mas se você pensa diferente e quando recebe uma pedrada, trata dos ferimentos e joga a pedra fora, perceberá que essa é uma decisão inteligente, pois agirá da mesma forma quando receber outra ofensa qualquer.
Quem desculpa seu agressor é verdadeiramente uma pessoa livre, pois perdoar é libertar-se.
Ademais, quem procura a vingança se iguala ao seu agressor e perde toda razão mesmo que esteja certo.
Somente pode considerar-se diferente quem age de forma diferente e não aquele que deseja fazer justiça com as próprias mãos.
Em casos de agressões que mereçam providências, devemos buscar o apoio da justiça e deixar a cargo desta os devidos recursos.
Todavia, vale ressaltar que perdoar não é apenas esquecer temporariamente as ofensas, é limpar o coração de qualquer sentimento de vingança ou de mágoa.
.
Pense nisso!
.
A pedra bruta perdoa as mãos que a ferem, transformando-se em estátua valiosa.
O grão de trigo perdoa o agricultor que o atira ao solo, multiplicando-se em muitos grãos que, esmagados, enriquecem a mesa.
O ferro deixa-se dobrar sob altas temperaturas e perdoa os que o modelam, construindo segurança e conforto.
Perdoar, portanto, é impositivo para toda hora e todo instante, pois o perdão verdadeiro é como uma luz arremessada na direção da vida e que voltará sempre à fonte de onde saiu.
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Autor desconhecido
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