terça-feira, 7 de setembro de 2010

Oração do dia


Querido Deus agradeço-te por este dia.
Agradeço-te por poder ver e ouvir esta manhã.
Sou abençoado porque és um Deus compreensivo e de perdão.
Tens feito tanto por mim, abençoando-me a cada dia.
Perdoa-me por tudo que tenho feito, dito ou pensado que não seja agradável a Ti.
Mantém-me seguro, afastado de todo o perigo.
Ajuda-me a começar este dia com uma nova atitude e muita gratidão.
Deixa-me fazer o melhor a cada dia para clarear minha mente e assim poder ouvir-Te.
Expande a minha mente para que possa aceitar todos os Teus desígnios.
Não permitas que me lamente das coisas sobre a quais não tenho controle.
Permita-me continuar vendo o pecado através dos teus olhos Senhor, e que possa reconhecer o mal.
E quando cometer pecado, permita-me arrepender-me e confessar com minha boca meu mau procedimento, e assim receber Teu perdão.
Quando este mundo se fechar dentro de mim, deixa-me ir para longe e encontrar um lugar afastado para orar.
Esta é a melhor resposta quando me empurram além dos meus limites.
Sei que quando não posso orar, Tu escutas meu coração.
Continua utilizando-me para fazer a Tua vontade.
Continua abençoando-me para que possa abençoar outras pessoas.
Mantém-me forte para que possa ajudar aos fracos.
Mantém meu ânimo elevado para que possa ter palavras de consolo para o outro.
Peço pelos que se perdem e não podem encontrar seu caminho.
Peço pelos que sofrem mau juízo e não são entendidos.
Peço pelos que não Te conhecem intimamente.
Peço pelos que não crêem.
Mas Te agradeço porque eu CREIO.
Creio que Tu mudas as pessoas e as coisas.
Peço por todos os meus amigos, cada membro da família e seus lares.
Peço pela paz, o amor e a alegria dentro das famílias.
Que estejam sem dívidas e todas as suas necessidades sejam resolvidas.
Rogo para que cada olho que leia esta oração saiba que não há problema, batalha, circunstância ou situação maior que o SENHOR!
Peço para que estas palavras sejam recebidas nos corações, para que cada olho que as veja ou cada boca que as proclame, confesse-as disposto:Esta é a minha oração.
Em nome do Senhor.
Amém!”

domingo, 5 de setembro de 2010

A riqueza maior


Havia um senhor muito rico que era dono de terras de valor incalculável. Vivia num palácio, rodeado de servos e amigos.
Era um homem bom e utilizava sua riqueza para atender a fome alheia, providenciar abrigo a quem precisasse, agasalho a quem pedisse.
Costumava orar todos os dias e, em suas preces, agradecia sempre pelos bens que possuía, em especial aqueles que nem o tempo, nem a ferrugem e nem a traça destroem.
Do lado oposto da aldeia vivia um camponês. Habitava uma gruta e para sobreviver plantava legumes e hortaliças que regularmente levava ao senhor do palácio a fim de vendê-las.
Toda vez que se dirigia para as terras do homem rico, ia resmungando consigo mesmo sobre o que considerava uma grande injustiça, pois aquele homem tinha tanto, enquanto ele era tão pobre.
Certo dia, chegou a notícia aos portões do palácio avisando que malfeitores estavam a caminho, provocando mortes e violência.
Temendo que algo pudesse acontecer aos seus familiares, amigos e servidores, o senhor do palácio logo providenciou para que todos buscassem lugares seguros.
Quando o último grupo se retirou, os desordeiros estavam muito perto das portas do palácio e o seu dono verificou que não havia sobrado nenhum cavalo para que pudesse fugir.
Recordou-se do vendedor de hortaliças, das tantas vezes que o auxiliara e apressado, buscou a gruta.
Lá chegando, contou-lhe tudo e pediu abrigo.
O agricultor viu ali a sua oportunidade dourada e ofereceu-se para repartir a sua gruta com o rico senhor, desde que aquele lhe doasse todos os seus bens.
Sem pensar duas vezes, o rico lhe disse que tudo lhe pertencia desde
então: terras, palácio, tesouros.
O nobre senhor foi repousar e o camponês, impaciente por tomar posse do que era seu por direito, correu ao palácio, enquanto orava a Deus
dizendo:
Nunca mais vou reclamar. Obrigado, meu Deus. Agora tenho tudo que sempre quis.
Os malfeitores chegaram, destruíram algumas peças, levaram outras e surraram, maltrataram e abandonaram o novo proprietário.
Passados alguns dias, o nobre, que não parava de agradecer a Deus por ter salvo sua vida, dos seus amigos, parentes e familiares, com os quais logo iria se juntar, foi levar um cesto de verduras ao palácio.
Que bom, pensou ao chegar, os malfeitores quase não estragaram nada.
O homem que me salvou a vida, recolhendo-me em seu teto, deve estar feliz com os tesouros que restaram.
Percorrendo as galerias do palácio, começou a se mostrar preocupado. Poças de sangue marcavam um caminho. Acompanhando as marcas, ele chegou até o enorme salão de piso de mármore e colunas douradas.
Lá estava o camponês caído, semimorto, sozinho. Estava cego e inválido. Apesar de toda a riqueza, não tivera ninguém que o levasse ao leito, que o tratasse e lhe aliviasse as dores do corpo e da alma.
O homem nobre abraçou o corpo machucado, transformado em farrapo humano e intimamente orou: Obrigado, Senhor! Ainda sou o mais rico por tudo que me destes.
* * *
De todos os bens que a Divindade nos proporciona, no caminho terreno, sem dúvida, a maior fortuna é a da vida que possibilita o nosso aperfeiçoamento.
Redação do Momento Espírita com base no artigo Era uma vez... do jornal Correio Fraterno do ABC, de novembro/1998 e do verbete Vida, do livro Repositório de sabedoria, v. 2, pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal. Em 11.02.2010.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Frase do Dia


'Não corrigir nossas faltas é o mesmo que cometer novos erros'.
Confúcio

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

A lição das Gaivotas


Um enorme transatlântico partiu de movimentado porto rumo a outro continente. Do convés, os passageiros acenavam lenços e agitavam mãos, em manifestações de adeuses. No porto, muitas pessoas acenavam igualmente e lançavam beijos ao ar, num misto de antecipada saudade e carinho.
Pouco depois, os que se encontravam no convés, ainda observando os que permaneciam em terra, puderam constatar uma nuvem de gaivotas prateadas acompanhando o imenso navio. O seu voo atraiu a atenção de quase todos, tanto pela algazarra que promoviam, quanto pelo capricho de suas voltas, ao redor da enorme máquina concebida pelo homem. Passada uma meia hora de viagem, o tempo se tornou ameaçador.

Ondas de espuma se levantavam ao açoitar dos ventos violentos. Esboçou-se no firmamento uma tremenda tempestade. Com suas possantes máquinas, o navio cortava as vagas agitadas e parecia fazê-lo com dificuldade, dada a presença dos elementos da natureza emconvulsão. Um dos poucos viajantes que até então permanecia no tombadilho, contemplou as aves a voejar e as lastimou.
Como podiam elas, com suas asas tão débeis, lutar contra o tufão, desamparadas nos céus? Elas nada tinham além do próprio corpo para o enfrentar. Suas asas resistiriam ao vento implacável, se o possante navio, com suas máquinas que representam milhares de cavalos resistia com dificuldade ao tempo torrencial? De repente, aquele homem que estava tão compadecido das avezinhas do mar, ficou perplexo.
É que as pequenas gaivotas, estendendo as asas que Deus lhes deu, abandonaram o navio na tempestade e se ergueram acima da tormenta, passando a voar numa região serena dos ares. E a máquina, representando a ciência humana, prosseguiu na sua luta penosa para resistir à fúria dos elementos.

* * *

Em nossas vidas ocorre de forma semelhante. Quando pretendemos lutar unicamente com nossos próprios meios, encontramos o fustigar dos ventos das dificuldades atrozes, que vergastam a alma e maceram o corpo.Contudo, se utilizarmos os recursos da oração alcançaremos as possibilidades das asas das gaivotas.
Pelas asas poderosas da prece, o homem pode se elevar acima das tempestades do cotidiano e voar placidamente. Envolvidos pelas luzes da prece, alcançaremos regiões que o vendaval das paixões inferiores não alcança. Fortificados pela oração, enfrentaremos o mar agitado dos problemas, a fúria das vicissitudes, e chegaremos ao porto seguro que todos almejamos.

* * *

Quando o triunfo nos alcançar ou quando sofrermos aparentes quedas, busquemos Jesus e falemos sem palavras ao Seu coração de Mestre e Amigo.

Condutor vigilante de nossas almas, Ele assumirá o leme da frágil embarcação das nossas vidas, permitindo-nos singrar o mar agitado das nossas dores, com coragem e segurança.

A medida ideal será sempre orar antes de agir, a fim de evitar que procedamos de forma imprevidente, o que nos conduziria ao desespero e a maior soma de dores.


'A tempestade e as gaivotas', do livro 'Lendas do céu e da Terra', de Malba Tahan,


Powered By Blogger